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Em viagem como na vida, encontrar alguém simpático pode mudar totalmente a nossa visão de um determinado momento ou lugar. Quando estamos perdidos, a quilómetros de casa e ainda por cima não falamos o idioma é fácil sentir medo e vulnerabilidade.
O que acho fascinante sobre actos aleatórios de bondade é o quanto são frequentes e notórios quando estás em viagem, muitas vezes restaurando completamente a minha fé na humanidade.
Perdi a conta às vezes que estranhos pararam o que estavam a fazer para me dar direcções meticulosas ou sairam do seu caminho para me acompanhar até ao lugar que estava com dificuldades de encontrar ou partilharam comigo a única coisa que no momento tinham para dar, sem quererem nada em troca.
Essa generosidade espontânea é comovente e muitas vezes impossível de pagar, excepto com um sincero e enorme “obrigado”.
Como dizia Mark Twain:
A bondade é a única língua que até os surdos conseguem ouvir e os cegos ver.
Dias maus todos temos, mas um sorriso e uma boa palavra ajudam sempre a melhorar não é?
Vamos ser gentis sim? Não custa nada 😃
Concordo a 100 %.
Depende muito de quem encontramos pela frente. Agora está na moda criticar os turistas. Os mesmos que pagam o salário a muitos desses críticos.
Hoje em dia, é muito raro vermos gestos bondosos, por aqueles que nos rodeiam… -.-
Fazem o mundo melhor, e não é necessário o “dito”, o “cujo”, “dinheiro”…❤😘
Exactamente! 😘
É verdade… e é tão triste não é? Bondade e bom humor são duas das coisas que ajudam tanto a viver…
É verdade…
Obrigada Marta!
Bem verdade.
😊
Boa semana Rita!
Parabéns pelo destaque.
Obrigada 😘
Viva a gentileza,

É uma grande verdade o que dizes: um sorriso e uma boa palavra fazem muita diferença e não custa nada.
Que bom que concordas comigo! Obrigada pelo comentário e pela visita 😃